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Monday, July 18

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    A aprendizagem colaborativa e a Teoria da Carga Cognitiva
    Resumo - Para compreender de forma mais aprofundada como se processa a aprendizagem colaborativa, ou seja, tornar transparente a caixa preta, os investigadores estudaram o processo de colaboração (características das interacções) de forma a tornar a aprendizagem mais eficaz e eficiente para os membros do grupo. Nesta questão a Teoria da Carga Cognitiva, embora desenvolvida no âmbito da aprendizagem individual pode auxiliar a tornar a caixa transparente, ou seja, a clarificar a questão, partindo do pressuposto que os alunos quando trabalham em grupo têm uma maior capacidade de processamento do conhecimento do que quando trabalham individualmente.
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    mais aprofundada.
    Associa-se a aprendizagem colaborativa a uma história de sucesso. Desta forma, importa compreender diversas investigações e subsequentes perspectivas da aprendizagem colaborativa. O objectivo do documento estudado será portanto, combinar novas ideias e métodos derivados da Teoria da Carga Cognitiva (TCG) que considera os grupos como sistemas de processamento de informação que têm maior capacidade de transformação das aprendizagens, com a investigação que estuda os processos que ocorrem entre os alunos durante a colaboração, e abre um novo caminho para a investigação da aprendizagem colaborativa que nos poderá trazer nova informação para a compreensão deste fenómeno.
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    sua aprendizagem.
    Os autores deste documento utilizarão o termo aprendizagem colaborativa.
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    do grupo.
    Teorias

    Teorias
    do desenvolvimento
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    proficiência predefinido.
    O estudo da aprendizagem colaborativa examina os efeitos da colaboração, considerando como elementos influentes um conjunto de variáveis dependentes tais como o desempenho dos alunos, o tempo ocupado na tarefa e na concretização da mesma; a motivação e o uso de estratégias metacognitivas. Este tipo de investigação é designado por Investigação orientada para o efeito, “effect-oriented research”. Como resultado das inúmeras investigações realizadas concluiu-se que a aprendizagem colaborativa é uma estratégia eficaz para promover a retenção e a resolução de problemas muito embora haja opiniões divergentes.
    Existem muitas vozes contra a investigação orientada para o efeito uma vez que promove uma abordagem “caixa preta” que não tem em atenção as variáveis que podem afectar o desempenho da aprendizagem colaborativa e que resultam num trabalho menos eficaz por parte dos grupos, mostrando a necessidade de outros tipos e pesquisas. Desta forma, este documento focar-se-á na investigação orientada para o processo, ou seja, focar-se-á no processo da colaboração e não no efeito da colaboração e em investigações com base na Teoria da Carga Cognitiva que visam a medição da carga cognitiva e o desempenho para obter uma perspectiva sobre a qualidade dos esquemas cognitivos construídos.
    Uma vez que o processo de interacção em si não é estudado em investigações orientadas para o efeito, torna-se necessário a compreensão das relações complexas que se estabelecem entre os diferentes elementos do grupo, das diferentes interacções estabelecidas para executar a tarefa a que se propõem e as características individuais dos diferentes componentes da equipa, bem como a existência de um conhecimento prévio, ou não. Todas estas características interagem, e como tal, é difícil estabelecer relações directas entre estas características e os efeitos da colaboração na aprendizagem daí a necessidade de estudar as diferentes interacções entre os alunos durante a colaboração e a forma como definem as tarefas; a actuação individual de cada aluno e como as sinergias existentes no grupo afectam individualmente cada aluno e a forma de interacção em grupo.
    Investigação Orientada para o Processo Colaborativo: Vantagens e Desvantagens
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    dos aprendentes.
    Vários investigadores tentaram resolver o problema da caixa preta estudando as características das interacções que são susceptíveis de gerar bons resultados de aprendizagem aos membros do grupo. Estes estudos focaram a sua atenção nos processos interactivos desenvolvidos em grupo e desenvolveram explicações baseadas na observação de como os grupos disponibilizavam informação detalhada, explicações elaboradas, negociavam significados, co-construíam soluções, elaboravam linhas de raciocínio e desenvolviam e formulavam argumentos durante a colaboração. Não cabe no propósito deste artigo uma explanação exaustiva sobre estas questões, no entanto, poderemos fundamentar um argumento convincente à luz de dois exemplos de estudos que colocam como variáveis o facto de os aprendentes receberem, ou não esclarecimentos prévios em relação à tarefa que lhes era proposta e esclarecimentos que poderiam ser mantidos, ou não, durante a realização do trabalho. Demonstrou-se inequivocamente que os esclarecimentos fornecidos antes e durante a realização da tarefa poderiam melhorar substancialmente a prestação do grupo. Poder-se-á ir mais além afirmando que a relação entre receber esclarecimentos e efectuar aprendizagens pode não ser linear. A correlação estabelecida entre não fornecer qualquer tipo de informação e efectuar aprendizagem é negativa o que indica que dar pistas para a realização de uma tarefa, sem contudo fornecer a solução adequada à questão pode ser um caminho para uma aprendizagem mais eficaz.
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    a enunciá-las:
    ¾ A composição do grupo afecta a precisão e a qualidade das explicações durante o processo colaborativo;
    ¾ Um certo nível de especialização dentro do grupo manifesta-se de grande importância porque as argumentações elaboradas são mais precisas quando trabalhamos com alunos acima da média em termos de conhecimento prévio.
    Webb mostra a importância de estudar sistematicamente os aspectos inerentes ao processo de colaboração, como forma de aprofundar o conhecimento sobre as condições em que se desenrolam os processos ideais em grupo e como esses processos afectam a aprendizagem dos alunos.
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    de análise.
    Barron estudou as diferenças entre os grupos mais e menos bem sucedidos relativamente ao seu desempenho.
    As diferenças encontradas dizem respeito à forma como os membros do grupo responderam às propostas e quão bem eles conseguiram manter o foco conjunto. Os grupos que tiveram um maior sucesso reagiram de forma mais apropriada e também apresentaram um nível maior de envolvimento. Consideraram-se respostas apropriadas e denotando envolvimento as acepções de propostas ou inicio de uma discussão construtiva. Para respostas não adequadas considerou-se o ignorar do outro e/ou rejeição da proposta sem que esta fosse objecto de debate. Barron também demonstrou que os membros dos grupos de sucesso superaram os membros dos grupos com menor sucesso relativamente ao domínio individual e a testes de transferência. Deve referir-se a importância das actividades metacognitivas que regulam o desempenho da tarefa (i.e. planificação, monitorização das tarefas, avaliação dos planos ou ideias). Além disso, a colaboração exige coordenação ou regulação de actividades colaborativas. Os membros do grupo são interdependentes necessitando por isso de discutir estratégias de colaboração, acompanhamento dos processos de colaboração, avaliar e reflectir sobre o modo como colaboraram; emerge, assim, a importância da coordenação muito embora também se possa argumentar que esta actividade desvia o foco das actividades de aprendizagem e, portanto, atenua os efeitos positivos da aprendizagem colaborativa nos membros do grupo.
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    Aplicando a Teoria da Carga Cognitiva à Aprendizagem Colaborativa: Vantagens e Desvantagens
    Na tentativa de desvendar a complexa interacção entre tarefa, aluno e as características do grupo em ambientes colaborativos de aprendizagem é importante não só estudar os efeitos da abordagem colaborativa (Abordagem Orientada para os Efeitos) ou os processos que ocorrem entre alunos (Abordagem Orientada para os Processos), como também os processos individuais e específicos ao processo mental de cada aluno.
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    e eficiente.
    A Teoria da Carga Cognitiva apresenta-se como uma estrutura conceptual fundamentada nos pilares cognitivos do aprendente e mostra que ambientes de aprendizagem com tarefas cognitivamente complexas só se revelam eficazes e eficientes se forem concebidos tendo em linha de conta que devem introduzir estratégias associadas a esquemas de construção e automação que fomentem a memória a longo prazo do aprendente (LTM). Neste contexto, o ideal será trabalhar numa base de 4+1 elementos, e se, um ambiente de aprendizagem é demasiado exigente cognitivamente corremos o risco de que a construção dos esquemas e a sua automatização em MLP não ocorram.
    Assim, de forma a um melhor entendimento da eficácia e eficiência da aprendizagem colaborativa é essencial que a carga cognitiva imposta a um membro do grupo seja tida em linha de conta.
    O processamento de informação nos ambientes de aprendizagem colaborativa é caracterizado pela partilha activa (recuperando e explicando informação) e pelo lembrar (personalizar e armazenar a informação) informações relevantes às tarefas de cada grupo.
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    de alteração.
    Segundo

    Segundo
    inúmeras investigações
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    capacidade cognitiva.
    Considerando o grupo como um sistema de processamento da informação no qual o conhecimento necessário para levar a termo determinada tarefa e a carga cognitiva que lhe é inerente podem ser divididos em múltiplas subtarefas, podemos considerar duas consequências imediatas desta assumpção: por um lado a distribuição leva a um menor investimento e, consequentemente, a um menor esforço cognitivo em comparação com o trabalho individual; por outro lado, a comunicação entre os diferentes elementos e a coordenação da informação requer que os membros do grupo invistam num esforço cognitivo adicional, esforço esse que na aprendizagem individual não é exercido. Estes denominados custos de transacção podem ser efectivos (carga cognitiva pertinente) ou ineficazes (carga cognitiva não pertinente) para a aprendizagem.
    TEXTO 7: Janssen; Kirschner et al. (2010): Collaborative Learning and Cognitive Load Approaches Documento PDF
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    Task-related and social regulation during online collaborative learning ,Jeroen Janssen . Gijsbert Erkens . Paul A. Kirschner . Gellof Kanselaar
    ResumoO documento analisado pretende dar a conhecer um estudo em que se investiga a forma como os estudantes colaboram entre si em ambientes CSCL e como a sua interacção afecta o desempenho do grupo.
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    ordem diversa.
    A

    A
    atenção do
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    propriamente ditas.
    Utilizou-se a múltipla regressão para inferir que a discussão, informação e regulação das tarefas não influíam no desempenho do grupo enquanto que a regulação das actividades sociais e as actividades sociais propriamente ditas podiam influenciar positiva ou negativamente o grupo e o seu desempenho. Nenhuma inferência foi feita sobre a relação a estabelecer entre colaboração e desempenho do grupo deixando aberto o caminho para futuras investigações que podem tomar em linha de conta como, por exemplo, o trabalho individual e colectivo pode condicionar a colaboração entre os elementos do grupo e o seu desempenho.Introdução
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    os outros.
    Uma

    Uma
    área específica
    ...
    a distância.
    Finalmente,

    Finalmente,
    experiências anteriormente
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    colaboração eficiente.
    Tendo

    Tendo
    como premissas
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    do grupo.
    O processo da colaboração no ensino a distância
    ...
    colaboração online.
    Para

    Para
    serem bem
    ...
    não funciona.
    Um

    Um
    grupo é
    ...
    das argumentações...
    Outra

    Outra
    estratégia bem-vinda
    ...
    do grupo.
    No

    No
    entanto, a
    ...
    e calendarização.
    Podemos

    Podemos
    ser mais
    ...
    ser surpreendente.
    Concluindo,

    Concluindo,
    a colaboração
    ...
    a investigação:
    -Quais

    -Quais
    são as
    ...
    ambiente online?
    -Como

    -Como
    se inter-relacionam
    ...
    processo colaborativo?
    -Quais as relações que podemos estabelecer entre o tipo de colaboração realizada no grupo e o desempenho do mesmo?
    ...
    de História.
    Os

    Os
    participantes colaboraram
    ...
    do grupo.
    O

    O
    primeiro tema
    ...
    Império Romano".
    As

    As
    três actividades
    ...
    50 minutos.
    No

    No
    total, participaram
    ...
    este estudo.
    Durante

    Durante
    os três
    ...
    estímulos positivos).
    Os

    Os
    estudantes começaram
    ...
    trabalho final.
    Após

    Após
    a apreciação
    ...
    posteriores conclusões.
    {tabela_1versao_jpeg.JPG}
    {Tabela_2versaojpeg.JPG} {Tabela_3.JPG}  {Tabela_4.JPG}  {Tabela_6.JPG}  {Tabela_7.JPG} {Tabela_8.JPG} Conclusão e discussão
    ...
    cada tarefa.
    Observou-se

    Observou-se
    ainda que
    ...
    comunicações mantidas.
    Conclui-se

    Conclui-se
    com alguma
    ...
    forma electrónica.
    As

    As
    outras duas
    ...
    dos trabalhos.
    Foram

    Foram
    detetadas em
    ...
    propriamente ditas.
    Foi

    Foi
    utilizada uma
    ...
    da investigação.
    Interessante

    Interessante
    é notar
    ...
    aprendizagem colaborativa.
    {http://www.cksinfo.com/clipart/signssymbols/arrows/arrow-blue-outline-up.png}
    ...
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    8:50 am

Thursday, June 16

  1. page space.menu edited ... Constituição do Grupo E Área de Desenvolvimento Trabalho Colaborativo Apresentação em Slide…
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    Constituição do Grupo E
    Área de Desenvolvimento Trabalho Colaborativo
    Apresentação em Slides
    Informação suplementar:
    Cognitive Load Theory
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    2:39 pm

Sunday, May 22

  1. msg Formatação Final message posted Formatação Final Olá João e restantes colegas, Ontem já tinha visto as alterações, mas não tive oportunidade de faz…
    Formatação Final
    Olá João e restantes colegas,
    Ontem já tinha visto as alterações, mas não tive oportunidade de fazer os post.
    As alterações que o João fez resultaram numa melhor clarificação dos espaços e também muito mais bonito :)))
    [] Filomena
  2. msg Formatação Final message posted Formatação Final Obrigada João, o trabalho ficou muito mais bonito e com uma navegação mais ajustada. []Estela…
    Formatação Final
    Obrigada João,

    o trabalho ficou muito mais bonito e com uma navegação mais ajustada.

    []Estela Gomes
    12:42 am

Saturday, May 21

  1. msg Formatação Final message posted Formatação Final Uns pequenos (longos) ajustes para que o texto nas barras de navegação e no Índice ficassem todos p…
    Formatação Final
    Uns pequenos (longos) ajustes para que o texto nas barras de navegação e no Índice ficassem todos pretos.

    Até que enfim!

    []
    João Brogueira
    7:38 am

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